No profundo sentimento,
Que na minha alma encerra;
No meu peito uma emoção,
Que inflama e excita,
Tenho por ti,
A sensação de felicidade.
Se da vaidade com que falo;
Trago na voz, um pouco de cansaço,
Gerado na busca pelo tempo.
Quisera eu, que este amor fosse perfeito,
De ter ao menos o direito,
De amar e ser amado.
E se assim, sucedesse a vida,
Mais curta do que imagino eu criança,
Pra ter num gesto de esperança,
A volúpia efêmera, dos meus pequenos
Sonhos, de um grande amor utópico.
Tenho em mim, a mais perfeita
Dedução da vida, que na realidade,
Ela começa onde tudo termina...
Para então, se viver plenamente.
Antônio Saldanha
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