Partistes...
E nas sombras da noite
Deixastes o teu último adeus.
Eu ouvi os teus gemidos de socorro,
Mas, não pude vencer a força do mal.
A mesma mão que te libertou,
É a mesma que me traiu;
E que sentenciou a tua morte.
Como pode, uma mente humana,
Se bem que, adulta e evoluída,
Lançar-te assim, na escuridão da
noite?
Se nem ainda, sabias voar direito!.
E muito mais ainda, nas garras
De uma fera faminta, que andava à
solta.
Eu tenho pena de ti passarinho!
Te trouxe de tão longe, com tanto carinho,
Para um destino tão mesquinho!
Antônio Saldanha
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