quinta-feira, 4 de setembro de 2014

DEVANEIO


Sempre quando eu te vejo,
Açoda-me um febril desejo,
De ter-te sempre comigo.
Beijar os teus lábios molhados,
Estreitar o teu corpo em meus braços,
E chamar-te de amor ou querida.
                                          
E logo ao ver-te de longe...
Meu coração se expõe,
À uma emoção traiçoeira.
Teu nome, chega aos meus lábios,
Tal, qual sussurro dourado,
Por ti, darei minha vida.       

Se tudo isso acontece,
E a minha alma enobrece,
Eu sinto prazer pela vida,
Mas ficou muito tristonho,
De só te ter, em meus sonhos,
Oh! Mulher! ilusão perdida!

Antônio Saldanha


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