Sempre quando eu te vejo,
Açoda-me um febril desejo,
De ter-te sempre comigo.
Beijar os teus lábios
molhados,
Estreitar o teu corpo em
meus braços,
E chamar-te de amor ou
querida.
E logo ao ver-te de
longe...
Meu coração se expõe,
À uma emoção traiçoeira.
Teu nome, chega aos meus
lábios,
Tal, qual sussurro
dourado,
Por
ti, darei minha vida.
Se tudo isso acontece,
E a minha alma enobrece,
Eu sinto prazer pela vida,
Mas ficou muito tristonho,
De só te ter, em meus sonhos,
Oh! Mulher! ilusão
perdida!
Antônio Saldanha
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