Lá vem ele tão
contente,
Com sorriso encantador,
Me olha e abre os bracinhos.
Me chamando de vovô.
Quando chega lá em casa,
Enche o mundo de alegria,
Corre gritando na sala,
Canta, dança e rodopia.
Vive sempre a cantar,
A canção do cachorrinho,
Não cansa de admirar,
O cachorro do vizinho.
Adora fazer bagunça,
Jogando tudo no chão,
Quer ficar o tempo todo,
Fazendo de pula-pula,
Meu tão sofrido colchão!
Antônio Saldanha
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